O Grau académico que morreu e a Universidade que ainda respira
O grau universitário não morreu. Morreu, talvez, a ilusão de que um grau, sozinho, fechado sobre si mesmo, obtido numa juventude apressada, bastaria para atravessar uma vida profissional inteira.
Opinião de Fernando Moreira, docente do Departamento de Ciência e Tecnologia.
