Perante o Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, e diversas personalidades da vida académica, política e empresarial, a Universidade Portucalense assinalou o seu 40.º aniversário com uma Sessão Solene Comemorativa no dia 29 de junho.
Honrar o legado construído ao longo de quatro décadas e projetar uma Universidade mais inovadora, internacional e comprometida com a qualidade do ensino, da investigação e da transferência de conhecimento foi a mensagem deixada por Armando Jorge de Carvalho, Presidente do Conselho de Administração da Universidade Portucalense.
No seu discurso, destacou o percurso de crescimento da Universidade desde a sua fundação, em 1986, salientando a evolução da oferta formativa, a afirmação da investigação, a internacionalização e o compromisso permanente com a qualidade académica. Referiu igualmente a comunidade de cerca de cinco mil estudantes, mais de 320 docentes, investigadores e colaboradores e mais de 35 mil diplomados, evidenciando o impacto da Universidade Portucalense na qualificação da sociedade portuguesa.
Entre os principais marcos alcançados, sublinhou a criação da Portucalense Business School, a acreditação de seis programas doutorais e a classificação de “Muito Bom” atribuída às quatro unidades de investigação pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Destacou ainda o investimento contínuo na inovação pedagógica, na sustentabilidade, na responsabilidade social e na transferência de conhecimento.
Armando Jorge de Carvalho apresentou ainda as linhas orientadoras do Plano Estratégico 2030, assente no reforço da investigação, da internacionalização, da ligação às empresas e da integração da inteligência artificial no ensino e na ciência. “Temos um caminho e um objetivo bem claro: levar a Portucalense a estar mais no mundo e trazer outros mundos à nossa Universidade”, afirmou.
Dirigindo-se ao Ministro da Educação, Ciência e Inovação, reconheceu as reformas em curso no Ensino Superior, defendendo que este é um momento decisivo para modernizar o setor. Aproveitou igualmente para reiterar a necessidade de medidas estruturantes, como a criação do regime das carreiras docente e de investigação no ensino superior privado, a regulamentação do ensino híbrido e a eliminação das desigualdades no reconhecimento de graus e diplomas estrangeiros entre instituições públicas e privadas.
