Universidade Portucalense – Infante D. Henrique

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Metadados: Joana Marques Vidal admite “bastante litigação” nos tribunais

Joana Marques Vidal, ex Procuradora Geral da República, abordou o tema “O difícil equilíbrio entre a segurança e a privacidade”, no Ciclo de Seminários “Os Caminhos da Humanidade”, no dia 27 de maio. Para a magistrada, a declaração de inconstitucionalidade das normas da lei dos metadados pelo Tribunal Constitucional irá levantar “alguma litigação ou bastante litigação nos tribunais portugueses, mas não irá afetar os casos julgados”. “Como já foi dito, casos julgados não serão afetados mas há sempre a possibilidade de, eventualmente, poderem em recursos de revisão vir alegar a inconstitucionalidade de normas da chamada lei dos metadados”, argumentou. No entender de Joana Marques Vidal: “Os tribunais irão julgar, irão apreciar caso a caso e mesmo relativamente aos outros casos a questão da proporcionalidade da utilização e a possibilidade, ou não, destes meios de obtenção de prova, em conjugação com outros, foram ou não determinantes naquela que foi a condenação ou investigação criminal fará toda a diferença”. “Pressuponho que venha a aumentar a litigação mas os tribunais respeitam as decisões dos tribunais e têm que exercer as suas funções de acordo com a lei”, salientou. O Tribunal Constitucional, em acórdão de 19 de abril, declarou inconstitucionais normas da chamada lei dos metadados que determinam que os fornecedores de serviços telefónicos e de internet devem conservar os dados relativos às comunicações dos clientes – entre os quais origem, destino, data e hora, tipo de equipamento e localização – pelo período de um ano, para eventual utilização em investigação criminal. A chamada lei dos metadados, de 2008, transpôs para o ordenamento jurídico nacional uma diretiva europeia de 2006 que, entretanto, o Tribunal de Justiça da União Europeia declarou inválida, em 2014. Invocando o primado do direito europeu e a Constituição, a Comissão Nacional de Proteção de Dados decidiu em 2017 “desaplicar aquela lei nas situações que lhe sejam submetidas para apreciação”.

Programas adequados à realidade empresarial

Programas adequados à realidade empresarial Todos os cursos da UPT têm o objetivo de reforçarem as competências técnicas e as soft skills dos alunos. 16 maio de 2022 às 17:30 As empresas e as organizações portuguesas apostam cada vez mais na formação superior. Trata-se de qualificar e reter os colaboradores. Sobretudo envolvê-los e motivá-los para os contextos mais desafiantes e disruptivos que se têm acumulado no dia a dia das empresas. Os colaboradores também necessitam de desafios e de motivação e as empresas têm de saber gerir essas exigências pessoais, para se manterem competitivas no mercado. Shital Jayantilal, diretora do Departamento de Economia e Gestão da Universidade Portucalense (UPT), explica que além dos conhecimentos técnicos e científicos que os alunos adquirem, num programa de formação executiva na UPT desenvolvem ainda competências ao nível da capacidade de liderança, comunicação, resolução de conflitos, criatividade e inovação, que são cruciais para o sucesso num mundo altamente competitivo e em constante mudança. Durante a sua formação os profissionais irão ampliar as suas competências técnicas e soft skills, mas também, cultivar um networking transversal e global. “Uma forte ligação com o tecido empresarial é um fator diferenciado e estratégico para a UPT, que permite acrescentar mais-valia aos nossos cursos” Shital Jayantilal, diretora do Departamento de Economia e Gestão da Universidade Portucalense MBA para Gestores de PME A Universidade Portucalense tem uma oferta extensa ao nível dos mestrados, short masters, short masters executivos e pós-graduações. Shital Jayantilal informa que a oferta abrange várias áreas: Direito, Solicitadoria, Relações Internacionais, Economia, Gestão, Marketing, Psicologia, Educação Social, Informática, Engenharia Informática, Ciência de Dados, Arquitetura, Multimédia e também as áreas de Turismo e de Gestão de Hospitalidade. Da formação executiva da instituição, a diretora do Departamento de Economia e Gestão da UPT destaca o MBA para Gestores de PME. É uma formação diferenciadora, concebida para ir ao encontro das necessidades destes gestores, adequada à realidade empresarial que vivem. O corpo docente tem uma vasta experiência académica e empresarial, complementada pela investigação orientada para os desafios que estas empresas enfrentam. Todos os cursos da UPT, e este MBA em particular, têm o objetivo de reforçarem não só as competências técnicas, mas também as chamadas soft skills dos alunos. A capacidade de liderança, de comunicação, de gestão de conflito, e de resiliência, impulsionada pela inovação, numa realidade empresarial, complexa e altamente competitiva, e cada vez mais digitalizada. Por esta razão, o curso tem uma forte componente prática, dinamizada pelo recurso a estudos de caso reais, simulações, e troca de experiências com outros gestores. Esta forte ligação com o tecido empresarial é um fator diferenciado e estratégico para a UPT, que permite acrescentar mais-valia também aos seus cursos. Como, por exemplo, o mestrado em Gestão e o mestrado em Marketing e Negócios Digitais, que têm o Programa On-The-Road (OTR) organicamente integrado nos seus planos curriculares. Este inovador projetor visa construir pontes entre a sala de aula e a realidade empresarial que depois permite aos alunos desenvolver uma vertente mais prática e mais próxima da realidade empresarial, a partir dos trabalhos multidisciplinares desenvolvidos, algumas diretrizes e soluções, assentes em metodologias testadas e validadas que podem depois aplicar nas suas empresas. Ensino híbrido é para manter Na UPT, o ensino foi sempre centrado no aluno e foi algo que se manteve como basilar. Não obstante o distanciamento físico resultante do confinamento, manteve-se o engagement da comunidade UPT através da realização de webinares, workshops ou programas de tutoria e mentoring. O “novo normal”, também no ensino, implica o “regressar” ao presencial, que é, na sua essência, insubstituível, mas, para Shital Jayantilal, o sistema híbrido deverá manter-se em especial na formação executiva. A seu ver, caminhamos para universidades que conjugam o espaço físico com o virtual e afirmam-se como epicentro da aprendizagem, criatividade e inovação. Esta construção do ensino e da universidade de uma forma mais holística, com o reforço contínuo do trabalho em rede com os diferentes stakeholders, será essencial para a universidade continuar a construir pontes entre indústrias, países e culturas, ainda mais relevantes no contexto mundial presente.

Portucalense discute impacto da inteligência artificial na 6ª edição da Virtual Week

A Inteligência Artificial (IA) foi o tema escolhido pela Universidade Portucalense (UPT) para a 6ª edição da Virtual Week, que decorre de 10 a 12 de maio, sempre pelas 17 horas, e onde será analisado o seu impacto na sociedade e a importância para o tecido empresarial, como aposta estratégica de empresas para incrementar a produtividade, otimizar os processos e captar clientes. In Nação Online (A) – 06-05-2022

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