A importância de cuidar da Saúde Mental

No mês em que se comemorou o Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro), data que procura consciencializar a população mundial para a educação e defesa da saúde mental das pessoas, os docentes e estudantes do Departamento de Psicologia e Educação alertaram para esta temática.

Para Ana Conde, docente e coordenadora do Doutoramento em Psicologia Clínica e Aconselhamento, “a promoção da saúde mental deve ser encarada como uma maratona e não um ‘sprint’ final”, realçando que, ao longo da vida, se devem promover hábitos e garantir a satisfação das necessidades psicológicas básicas, de modo a contribuir para um reforço da condição mental”. 

Para Pedro Rodrigues, docente e coordenador da Licenciatura em Psicologia, embora se tenha evoluído muito nos últimos anos, “a saúde mental necessita de se tornar numa prioridade, quer seja na vertente preventiva, quer na remediativa”, tendo, no seu entender, a “comunidade académica um papel fundamental na sua defesa e promoção”.

Sara Fernandes, docente e coordenadora do Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde, destaca que “o stress está relacionado com problemas gastrointestinais e fragiliza o sistema imunitário, aumentando a vulnerabilidade para contrair doenças.” Frisa que “saber cuidar e estar atento à nossa saúde mental é sinal de literacia em saúde mental”. 

Ana Xavier, docente e mentora do Núcleo de Estudantes de Psicologia, sublinha que “o estigma associado à saúde mental constitui uma barreira na procura de ajuda especializada”.

Inês Oliveira, estudante do 3º ano da licenciatura em Psicologia, sustenta que “a ansiedade faz parte do dia a dia, tendo importantes funções de proteção contra as ameaças e de preparação para a ação. No entanto, é importante diferenciar a ansiedade normal da ansiedade patológica”.

Juliana Pinto, estudante do 2º ano da licenciatura em Psicologia, esclarece que “a demência e a doença de Alzheimer são a mesma coisa”. “A demência associa-se a um conjunto de doenças de deterioração do desempenho cognitivo e comportamental, enquanto a doença de Alzheimer constitui uma alteração neurológica que causa perda de memória e declínio cognitivo progressivo”.

Carolina Castanho, estudante do 2º ano da Licenciatura em Psicologia, alerta que “o sorriso não é sinal que se esteja bem”. Explica: “Um sorriso é um sinal externo momentâneo que nem sempre é coincidente com o estado de humor do indivíduo naquela altura”. 

No mês em que se comemorou o Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro), data que procura consciencializar a população mundial para a educação e defesa da saúde mental das pessoas, os docentes e estudantes do Departamento de Psicologia e Educação alertaram para esta temática.

Para Ana Conde, docente e coordenadora do Doutoramento em Psicologia Clínica e Aconselhamento, “a promoção da saúde mental deve ser encarada como uma maratona e não um ‘sprint’ final”, realçando que, ao longo da vida, se devem promover hábitos e garantir a satisfação das necessidades psicológicas básicas, de modo a contribuir para um reforço da condição mental”. 

Para Pedro Rodrigues, docente e coordenador da Licenciatura em Psicologia, embora se tenha evoluído muito nos últimos anos, “a saúde mental necessita de se tornar numa prioridade, quer seja na vertente preventiva, quer na remediativa”, tendo, no seu entender, a “comunidade académica um papel fundamental na sua defesa e promoção”.

Sara Fernandes, docente e coordenadora do Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde, destaca que “o stress está relacionado com problemas gastrointestinais e fragiliza o sistema imunitário, aumentando a vulnerabilidade para contrair doenças.” Frisa que “saber cuidar e estar atento à nossa saúde mental é sinal de literacia em saúde mental”. 

Ana Xavier, docente e mentora do Núcleo de Estudantes de Psicologia, sublinha que “o estigma associado à saúde mental constitui uma barreira na procura de ajuda especializada”.

Inês Oliveira, estudante do 3º ano da licenciatura em Psicologia, sustenta que “a ansiedade faz parte do dia a dia, tendo importantes funções de proteção contra as ameaças e de preparação para a ação. No entanto, é importante diferenciar a ansiedade normal da ansiedade patológica”.

Juliana Pinto, estudante do 2º ano da licenciatura em Psicologia, esclarece que “a demência e a doença de Alzheimer são a mesma coisa”. “A demência associa-se a um conjunto de doenças de deterioração do desempenho cognitivo e comportamental, enquanto a doença de Alzheimer constitui uma alteração neurológica que causa perda de memória e declínio cognitivo progressivo”.

Carolina Castanho, estudante do 2º ano da Licenciatura em Psicologia, alerta que “o sorriso não é sinal que se esteja bem”. Explica: “Um sorriso é um sinal externo momentâneo que nem sempre é coincidente com o estado de humor do indivíduo naquela altura”. 

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