Universidade Portucalense – Infante D. Henrique

Universidade Portucalense Infante D. Henrique is a cooperative higher education and scientific research establishment

Mestrado em Engenharia Informática e Computação – teste

Mestrado em Engenharia Informática e Computação

2 anos

26 vagas

Regime diurno

Lecionação em Português

2 anos

26 vagas

Regime diurno

Lecionação em Português

Criar tecnologia. Resolver desafios. Impulsionar a transformação digital.

O Mestrado em Engenharia Informática e Computação prepara profissionais para conceber e desenvolver soluções tecnológicas avançadas num contexto marcado pela transformação digital das organizações e da sociedade.

Alinhado com o Computing Curricula 2020 (ACM) e com as necessidades do mercado, o curso combina conhecimentos científicos e técnicos com uma aprendizagem prática, baseada no desenvolvimento de projetos e na resolução de problemas reais.
A formação abrange tecnologias emergentes como inteligência artificial, Internet das Coisas, cloud computing, sistemas distribuídos e processamento de grandes volumes de dados. A ligação às empresas e o trabalho em contextos colaborativos contribuem para o desenvolvimento de um perfil técnico especializado e valorizado pelo setor tecnológico.

O que é a Engenharia Informática e Computação?
A Engenharia Informática e Computação dedica-se à conceção, ao desenvolvimento e à gestão de sistemas de software e infraestruturas computacionais. Integra programação, processamento de dados, computação em nuvem, sistemas distribuídos e dispositivos conectados para responder a desafios tecnológicos complexos.

Porquê estudar Engenharia Informática e Computação?
A crescente utilização de dados nas organizações está a aumentar a procura por profissionais capazes de extrair informação relevante e convertê-la em soluções concretas. Este mestrado prepara especialistas para responder a esse desafio e atuar em diferentes áreas e setores.

Quais as vantagens do Mestrado em Engenharia Informática e Computação?
O curso alia formação avançada, referenciais internacionais e aplicação prática. Os estudantes trabalham com tecnologias emergentes, desenvolvem projetos ligados a desafios reais e contactam com empresas do setor, reforçando a preparação para o mercado de trabalho.

5 razões para estudar Engenharia Informática e Computação na Portucalense

Formação alinhada com referenciais internacionais

Conteúdos estruturados de acordo com o Computing Curricula 2020 (ACM).

Domínio de tecnologias emergentes

Formação em inteligência artificial, Internet das Coisas, cloud computing e sistemas distribuídos.

Perfil valorizado pelo mercado tecnológico

Desenvolvimento de competências avançadas para responder às necessidades de um setor em permanente evolução

Aprendizagem prática e aplicada

Desenvolvimento de projetos e resolução de desafios tecnológicos reais

Ligação direta às empresas

Contacto com o tecido empresarial e com contextos relevantes para a integração profissional

Plano de Estudos
Áreas Científicas
Área Científica ECTS Obrigatórios ECTS Opcionais
AL
Área livre
12
CI
Ciências Informáticas
108
Plano de Estudos

1ºano

Anual ECTS
Dissertação ou Estágio ou Projeto
55

Nota: As UCs opcionais disponíveis serão definidas anualmente pela Direção do Departamento.

O que se aprende ao longo do curso?

Durante o mestrado vais desenvolver competências em:

Desenvolvimento de software e algoritmos

  • Desenvolvimento de software e sistemas de informação complexos;
  • Utilização de linguagens de programação e tecnologias avançadas;
  • Conceção de algoritmos e sistemas de processamento de dados;
  • Resolução de problemas tecnológicos complexos.

Infraestruturas e sistemas distribuídos

  • Desenvolvimento de soluções de cloud computing;
  • Conceção de arquiteturas distribuídas;
  • Implementação de sistemas de Internet das Coisas;
  • Integração de dispositivos, aplicações e serviços.

Dados e computação avançada

  • Gestão e análise de grandes volumes de dados;
  • Desenvolvimento de sistemas de processamento de informação;
  • Aplicação de tecnologias emergentes a diferentes contextos.

Competências profissionais

  • Comunicação técnica;
  • Trabalho em equipa;
  • Desenvolvimento colaborativo de projetos;
  • Análise e tomada de decisão em contextos tecnológicos.

Saídas Profissionais

  • Engenheiro de software
  • Engenheiro de computação em nuvem
  • Engenheiro de Internet das Coisas
  • Engenheiro de dados e Big Data
  • Desenvolvimento e gestão de sistemas tecnológicos

Candidaturas

Investimento
Candidaturas/Matricula/Inscrição/Seguro

Candidaturas (alunos novos)*

200,00 €

Matrícula (ato único por curso)

375,00 €

Seguro Escolar

39,50 €

Inscrição

setembro

Valor isento no ano da matrícula**

fevereiro

215,00 €

Candidaturas/Matricula (Alunos provenientes do 1º Ciclo da UPT) Dentro do Prazo Fora do Prazo

Candidatura

Isento

Matrícula (ato único por curso)

375,00 €

Inscrição

setembro

Isento**

fevereiro

215,00 €

226,00 €

Plano de Pagamento Anual

Propina de Frequência (p/ 60 ECTS)

11 Prestações (setembro a julho)

Mensal

425,50 €

Desconto de 3% setembro

Único

4542,00 €

Plano de Pagamento Semestral

Propina de Frequência (p/ 30 ECTS)

5 Prestações (setembro a janeiro ou fevereiro a junho)

Mensal

468,00 €

Desconto de 2% setembro ou fevereiro

Semestral

2295,00 €

Parte Curricular - Propina Mensal (5 meses)

Valor por ECTS

15,60 €

Propina mínima obrigatória (10 ECTS)

Mensal

156,00 €

2º ano - Dissertação *** Dentro do Prazo Fora do Prazo

Ato único (1 prestação)

julho a setembro

375,00 €

394,00 €

Ato único (2 prestações)

setembro

215,00 €

226,00 €

fevereiro

215,00 €

226,00 €

Propina de Frequência

50% dos preçários da parte curricular

Estudantes Internacionais (1º ano)

Candidatura

200,00 €

Cursos em Português

Matrícula

375,00 €

Inscrição

215,00 €

Propina Anual

4542,00 €

Cursos em Inglês

Propina Anual

5980,00 €

*Isenta para antigos alunos (com curso que confere grau concluído na UPT)
**Isenção será aplicada em Fevereiro caso o aluno apenas se inscreva no 2º semestre, no ano da matrícula
***E anos seguintes, no caso de não conclusão do curso em 2 anos.
Condições específicas de ingresso
Podem candidatar-se ao Mestrado em Engenharia Informática e Computação da UPT :
  1. Titulares de grau de licenciatura ou equivalente legal, incluindo as possibilidades previstas nas alíneas b), c) e d) do n.º 1, do Artigo 17.º, do Regime Jurídico dos Graus Académicos e Diplomas do Ensino Superior, publicado através do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 63/2016, de 13 de setembro e alterado/republicado pelo Decreto-Lei n.º 65/2018, de 16 de agosto. Os candidatos detentores de habilitações estrangeiras deverão consultar os regulamentos em vigor.
  2. Os candidatos devem demonstrar formação académica de base considerada suficiente para o acompanhamento do curso; caso contrário a Comissão Técnico-Científica do departamento poderá determinar a realização de unidades curriculares complementares, existentes no Departamento de Ciência e Tecnologia.
  3. Os critérios de seleção e de seriação constam do Regulamento de Estudos Conducente ao Grau de Mestre da Universidade Portucalense e das Normas Regulamentares do curso.
Critérios de seriação

Os candidatos ao acesso ao 2.º ciclo de estudos em Engenharia Informática e Computação são seriados com base na valorização de mérito resultante da média ponderada, conforme Anexo II, das Normas Regulamentares 2.º ciclo em Engenharia Informática e Computação.

Condições gerais de candidatura
Calendário 2026/2027
1ª fase Início Fim
Candidaturas
2 de fevereiro
13 de março
Afixação dos resultados
1 de abril
Reclamações
1 de abril
2 de abril
Matrículas
14 de junho
16 de julho
2ª fase (vagas sobrantes) Início Fim
Candidaturas
1 de abril
14 de maio
Afixação dos resultados
2 de junho
Reclamações
2 de junho
4 de junho
Matrículas
14 de junho
16 de julho
3ª fase (vagas sobrantes) Início Fim
Candidaturas
3 de junho
16 de julho
Afixação dos resultados
5 de agosto
Reclamações
5 de agosto
6 de agosto
Matrículas
6 de agosto
11 de agosto
4ª fase (vagas sobrantes) Início Fim
Candidaturas
5 de agosto
18 de setembro
Afixação dos resultados
30 de setembro
Reclamações
30 de setembro
1 de outubro
Matrículas
1 outubro
7 de outubro
Matrículas repescagem
12 outubro
14 outubro
5ª fase (vagas sobrantes) Início Fim
Candidaturas
1 de outubro
10 de outubro
Afixação dos resultados
18 de outubro
Reclamações
18 de outubro
21 de outubro
Matrículas
21 de outubro
23 de outubro
Matrículas repescagem
28 de outubro
30 de outubro
Quem pode candidatar-se a um Mestrado?
2º CICLO DE ESTUDOS
  • Os titulares de grau de licenciado ou equivalente legal;
  • Os titulares de um grau académico estrangeiro conferido na sequência de um 1º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do processo de Bolonha por um Estado aderente a esse processo;
  • Os titulares de um grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado pelo Conselho Científico da Universidade Portucalense;
  • Os detentores de currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido pelo Conselho Científico da Universidade Portucalense, como atestando capacidade para realizar este ciclo de estudos.

Atendendo ao seu percurso académico e profissional, os candidatos podem apresentar um pedido de Requerimento de Reconhecimento e Creditação de Competências, que poderá conferir equivalências a unidades curriculares do curso de Mestrado. Os detentores do grau de licenciado Pré-Bolonha que possuam mais de 5 anos de experiência profissional na área do mestrado, podem solicitar a substituição da dissertação por um relatório detalhado sobre a atividade profissional segundo o regulamento em vigor.

Documentação para candidatura
  • Formulário de candidatura, devidamente preenchido;
  • Documento de Identificação;
  • Fotografia, tipo passe;
  • CV atualizado (Os candidatos devem apresentar comprovativos das atividades extracurriculares e da experiência profissional declaradas. Para efeitos de seriação, a não entrega dos respetivos documentos implica a não consideração dessas atividades no processo de avaliação);
  • Original ou cópia autenticada do documento comprovativo de titularidade do grau académico superior (com exceção dos candidatos da UPT) (*);

Se desejar solicitar equivalências:

(*) Estes documentos devem ser autenticados de acordo com legislação em vigor (Decreto-lei 28 de 13/03/2000).

Documentação para candidatura para titulares de um grau académico superior estrangeiro
  • Modelo Próprio, Reconhecimento de que o grau académico satisfaz os objetivos do grau de licenciado, para efeitos de candidatura a um curso de mestrado, solicitando reconhecimento prévio pelo Conselho Científico da habilitação de acesso
  • Documento de Identificação
  • Fotografia, tipo passe
  • Documento comprovativo de titularidade do grau académico superior estrangeiro com indicação da nota final (*)
  • Certidão discriminada das unidades curriculares que constituem o plano curricular do grau académico (*)
  • CV atualizado (Os candidatos devem apresentar comprovativos das atividades extracurriculares e da experiência profissional declaradas. Para efeitos de seriação, a não entrega dos respetivos documentos implica a não consideração dessas atividades no processo de avaliação);
(*) Os documentos devem ser traduzidos para português, sempre que não forem emitidos em português, inglês, francês ou espanhol e visados pelo serviço consular ou apresentados com a aposição da Apostila de Haia pela autoridade competente do Estado de onde é originário o documento.
Candidaturas para estudantes finalistas de licenciatura
1. QUEM PODE CANDIDATAR-SE

O estudante de 1º ciclo pode candidatar-se de forma condicional ao 2º ciclo de Mestrados da Universidade Portucalense na 1º e 2ª fase das candidaturas, desde que à data da candidatura tenha em falta, no máximo, até 30 ECTS ou 5 Unidades Curriculares para conclusão da licenciatura.

  • Candidaturas 1ª fase: 02 de fevereiro a 13 de março;
    Candidaturas 2ª fase: 01 de abril a 14 de maio;
2. CÁLCULO DA NOTA DE HABILITAÇÃO PARA SERIAÇÃO

A média da habilitação a considerar para a seriação do estudante, será calculada de acordo com a seguinte formula:

cálculo

3. DOCUMENTAÇÃO PARA CANDIDATURA

a) Documento de identificação
b) Curriculum vitae
c) Declaração emitida pela Instituição de Ensino Superior que frequenta*, onde conste a licenciatura em que está inscrito em 2025/2026, a respetiva média atual (de acordo com a fórmula manifesta no ponto anterior), e o nº de ECTS e Unidades Curriculares em falta para sua conclusão.

4. EXCLUSÃO DA CANDIDATURA

O estudante que tenha em falta mais que 30 ECTS ou mais que 5 Unidades Curriculares para conclusão da licenciatura, não pode candidatar-se nas 1ª e 2ª fases. Pode candidatar-se apenas após a obtenção do diploma de conclusão e está sujeito à existência de vagas sobrantes.
As declarações que não cumpram os requisitos previstos na alínea c) do ponto 3 deste documento, serão excluídas.

5. REALIZAÇÃO DA MATRICULA

Após a divulgação dos resultados de colocação, o candidato colocado deve efetuar a pré-inscrição nos prazos definidos para o efeito e proceder ao respetivo pagamento.
Pré-Inscrição 1ª e 2ª Fases: 14 de junho a 16 de julho
A pré-inscrição do candidato fica condicionada à entrega do certificado de conclusão. O certificado de conclusão da licenciatura deve ser entregue até a data limite de 25 de setembro de 2026. A não entrega deste certificado até à data limite definida, traduz-se na anulação automática da sua pré-inscrição** e libertação da vaga ocupada, que será colocada novamente a concurso.

*com a exceção dos estudantes que frequentem licenciaturas na UPT.
**não há lugar a reembolso do valor da matricula

Reingresso

Os pedidos de reingresso devem ser apresentados à Direção de Serviços de Ingresso e Apoio ao Estudante, utilizando o Modelo Próprio.

Documentação necessária para o pedido de reintegração

  • Documento de identificação;
  • Fotografia tipo passaporte;
  • Pedido reconhecimento e acreditação de competências, de acordo com a regulamentação em vigor, caso o estudante pretenda solicitar a equivalência de competências que não sejam as adquiridas no curso para o qual se reintegra.
Mais Informações

Para informações sobre o processo de candidatura por favor consulte os regulamentos relevantes abaixo ou contacte diretamente com o nosso Gabinete de Ingresso. Para informações de caráter pedagógico/científico consultar os coordenadores de curso:

Contactos

Coordenação

Maria João Correia

Doutorada em Computação pela University of Manchester Institute of Science and Technology, Inglaterra

Maria João Ferreira é Professora Associada, Coordenadora do Mestrado em Informática e Engenharia da Computação e Investigadora na área dos Sistemas de Informação no Departamento de Ciências e Tecnologias da Universidade Portucalense, no Porto, Portugal. Licenciada em Matemática Aplicada e Computação pela Universidade Portucalense, obteve o grau de Mestre (1993) e o grau de Doutora (2003) em Computação pelo Instituto de Tecnologia da Universidade de Manchester (UMIST). Atualmente, leciona disciplinas nas áreas de TI nas Organizações, Sistemas de Informação, Engenharia de Requisitos e Desenvolvimento de Sistemas de Informação, tanto ao nível da licenciatura como do mestrado, ao mesmo tempo que orienta estudantes de mestrado e de doutoramento. É investigadora tanto no REMIT — Investigação em Economia, Gestão e Tecnologias da Informação da Universidade Portucalense — como no ISTTOS — Centro Algoritmi, uma unidade de investigação em Sistemas e Tecnologias da Informação sediada institucionalmente na Universidade do Minho. A sua investigação centra-se nos Sistemas de Informação e na Transformação Digital nas Organizações (incluindo o Ensino Superior).  Foi coordenadora, durante 10 anos, do Mestrado em Tecnologias da Informação na Educação e, atualmente, é coordenadora do Mestrado em Computação. É coautora de várias publicações científicas com revisão por pares em conferências nacionais e internacionais, capítulos de livros e revistas científicas, e tem participado em várias conferências como membro da comissão de programa, da comissão organizadora e da comissão local. É também membro do Conselho Editorial do International Journal on Advances in Software (IJAS), do International Journal of Applied Decision Sciences (IJADC), da Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação (RISTI), do «Journal of Information Technology Education: Research» (JITE:Research) e membro do Conselho Editorial do «International Journal of Technology and Human Interaction» (IJTHI) e do «International Journal of R&D Innovation Strategy» (IJRDIS).

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