Universidade Portucalense – Infante D. Henrique

Universidade Portucalense Infante D. Henrique is a cooperative higher education and scientific research establishment

Notícias

O maior mito da produtividade

Artigo de opinião de Pedro ferreira, docente e investigador do Departamento de Economia e Gestão da Universidade Portucalense Em termos de tempo de trabalho, medido pelo número médio de horas de trabalho semanais de trabalhadores em full-time, Portugal ocupa o 8.º lugar numa lista de países com dados comparáveis, com uma média de 41,7 horas de trabalho semanal.. Dos 10 países com maior produtividade individual, apenas 1 (a Islândia) trabalha mais horas por semana que Portugal. https://www.dinheirovivo.pt/opiniao/o-maior-mito-da-produtividade-14910802.html

Universidade Portucalense: Criatividade e inovação

Entre os traços distintivos da Universidade Portucalense (UPT) estão o seu corpo docente, a forte ligação à sociedade, ao mundo empresarial e as instalações de grande qualidade. É desta forma que se distingue de outras instituições de ensino superior, tornando-a única enquanto organização e diferenciada em termos dos programas que oferece, explica Margarita Carvalho, coordenadora do MBA para Gestores de PME. In Executive Digest Online – 21-06-2022

Responder aos desafios do futuro

A oferta da Universidade Portucalense abrange as áreas fundamentais do conhecimento.Por Ferrão Filipe, Vice-reitor da Universidade Portucalense. In Sábado – Educação, Formação Profissional e Ensino Superior- 15-06-2022

Formação em Liderança comunitária no âmbito de parceria com a U.Dream

No âmbito de um protocolo da Universidade Portucalense com a U.Dream (https://www.udream.pt ) vamos oferecer a um grupo de 16/20 dos nossos estudantes uma formação para desenvolver competências de liderança social (anexo descrição do programa). Esta formação realizar-se-á a partir de setembro, mas é necessário fazer uma candidatura e haverá um programa de recrutamento feito pelos responsáveis da U-Dream. Candidatura

Na tecnologia que promove o Turismo

Armanda Ribeiro, 56 anos, licenciou-se em Matemáticas Aplicadas na Universidade Portucalense, no “início da era das tecnologias de informação”. Hoje é Gestora de Sistemas de Informação e Tecnologias na Associação de Turismo do Porto.  Quais são as suas responsabilidades? Sou responsável pela inovação e aquisição e desenvolvimento das plataformas de Gestão e Comunicação da Associação de Turismo Porto e Norte. Pode descrever, sucintamente, como é o seu dia a dia de trabalho? Dar suporte, apoio e formação aos utilizadores, analisar e pesquisar soluções para erros que aconteceram, pesquisar novos produtos de software e hardware para necessidades que vão surgindo, e fazer a gestão de projetos, como o novo portal de turismo visitportoandnorth.travel e do programa ATT – Acelerar e Transformar o Turismo são algumas das minhas atividades. De que modo as tecnologias de informação estão a fortalecer o setor do Turismo? São fundamentais na promoção externa do destino turístico e na atribuição de prémios que destacam o Porto e o norte de Portugal. Com a análise dos dados estatísticos, conseguimos orientar o turista para novas experiências, bem como fazer reservas e compras online. Como viveu os anos académicos? Com muitas festas e muito convívio. O facto de termos muitos trabalhos práticos, levava-nos a passar as noites na Universidade… Um momento da vida académica que nunca esqueceu? Prefiro não pensar nesse momento. A razão tem a ver com a morte de um amigo em plena Queima das Fitas, após o cortejo e uma noite bem passada no Twins, quando ambos eramos finalistas – ele era de Gestão de Empresas. Uma “cadeira” em particular que a tenha marcado?  Análise de Sistemas. Depois da Licenciatura, como decorreu o seu percurso profissional? Felizmente na altura, em 1990, era muito fácil conseguir um emprego. Fiz uma entrevista numa consultora e chamaram-me logo. Fui à Universidade, perguntar uma nota, para entrar já como licenciada. Que conselho deixa aos estudantes finalistas para o sucesso no mercado de trabalho? A competência técnica é muito importante, mas o saber estar é ainda mais importante. Tenho notado que muitos têm dificuldades nos diálogos e em apresentações. Idade: 56 Tecnologia numa palavra: Inovação e qualidade de vida Hobbies: Passear Um lema de vida: Aproveitar cada momento da melhor forma, porque a seguir a uma tempestade, vem sempre o sol Lugar onde vive: Porto A pessoa que mais a inspira:  A minha família e os meus amigos

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