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Portucalense voltou a crescer

Portucalense voltou a crescer

No dia 17 de setembro, a Aula Magna foi o palco da cerimónia de abertura do ano letivo 2018-2019, que acolheu os novos estudantes e premiou os melhores alunos do ano letivo anterior.

Coube a Armando Jorge de Carvalho, Presidente do Conselho de Administração, dar as boas-vindas ao novo ciclo de vida que centenas de caloiros iniciam, definindo-o como “uma caminhada que exige dedicação, disciplina e, sobretudo, atitude”.

Com entusiasmo, anunciou que o número de alunos a ingressar na Universidade Portucalense voltou a crescer, sendo o crescimento global dos últimos quatro anos de 70%. Um resultado que Armando Jorge de Carvalho associa ao “reconhecimento do trabalho desenvolvido por toda uma equipa, docentes e funcionários, que tem contribuído para o reforço do capital de prestígio adquirido da instituição”.

“Somos uma universidade que investe continuamente na melhoria da qualidade na docência e nos serviços, na investigação e na internacionalização, através de uma política de qualidade que nos ajuda a ser melhores todos os dias. Esta responsabilidade, que é o nosso permanente desafio, implica excelência no desenvolvimento integral do estudante e no seu enriquecimento vocacionado para a formação humana ao mais alto nível, nas suas várias dimensões, nomeadamente, científica, técnica, profissional, moral, ética e cultural, preparando-os convenientemente para se tornarem agentes ativos e colaborarem na melhoria da sociedade global. Este nosso desígnio deve ser correspondido pelos novos alunos”.

Para o Reitor, Alfredo Marques, entrar e viver na universidade significa “procurar atingir os limites da formação, buscar voluntariamente a superação pessoal - que será tanto maior, quanto mais longe se chegar neste nível de ensino, que oferece licenciaturas, mestrados e doutoramentos”.

“Como ninguém é forçado a fazê-lo, ou seja, a vir para a universidade, esta opção significa, da vossa parte, coragem e ambição, autoconfiança e desejo de explorar todas as capacidades individuais. É com esta atitude que se consegue a maior realização pessoal e a melhor inserção social. Por isso, é importante que este desejo de ir sempre mais longe continue a guiar-vos durante a vossa vida e em todos os planos. E é desta matéria-prima que o país verdadeiramente precisa. De facto, continua a existir em Portugal um défice estrutural - apenas 27% da população possui uma qualificação de nível superior - , condicionando o acesso ao emprego, ao nível de bem-estar mais elevado e ao próprio exercício da cidadania e comportando riscos de exclusão social”.

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