Como chegar
|
Contactos

Estágio garante emprego na tecnologia

Estágio garante emprego na tecnologia

A formar estudantes na área da tecnologia há mais de 30 anos, a Universidade Portucalense mantém a estratégia de permitir aos estudantes a integração no mercado de trabalho, ainda durante a licenciatura, através da realização de estágios. “90% dos alunos encontram na organização de estágio o primeiro emprego”, afirma Fernando Moreira, recentemente nomeado Diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT).

Quais os principais desafios que se colocam ao DCT nos próximos quatro anos?

Fernando Moreira: O DCT tem como principal desafio alargar a sua base de ação, no que concerne à oferta formativa. Por um lado, ter uma maior intervenção nas áreas do conhecimento da sua base de formação, nomeadamente a inclusão de temáticas emergentes, sem esquecer a consolidação das temáticas da formação nuclear; por outro, a integração de duas novas áreas na oferta formativa. Complementarmente, está projetada a inclusão de estudantes internacionais nos vários ciclos de estudo, para além dos estudantes de Erasmus, no sentido de proporcionar um ambiente de aprendizagem mais global, permitindo o desenvolvimento de competências num ambiente culturalmente heterogéneo, promovendo o trabalho em equipas multinacionais.

No ano em que se assinala a 20ª edição do Mestrado em Informática, no seu entender, quais as principais características diferenciadoras deste curso?

 

O Mestrado em Informática teve sempre a preocupação de integrar estudantes provenientes dos primeiros ciclos do departamento, bem como de outras instituições, numa perspetiva de formação direcionada e especializada, e não apenas como um curso de continuidade. Este objetivo foi um dos fatores apreciados e valorizados, como muito positivo, pela avaliação do curso realizada pela Comissão de Avaliação da A3ES.

 

Os estudantes da UPT das licenciaturas de Informática e GSI quando terminam a licenciatura, quais os principais desafios que encontram?

 

Felizmente, na atual conjuntura, a procura de trabalho é superior à oferta, ou seja, não há profissionais formados suficientes para as necessidades do mercado de trabalho. Realço que uma formação de apenas três anos pode ser reduzida, não só do ponto de vista técnico, mas também do ponto de vista da maturidade do estudante, uma vez que a maioria quando termina o 1º ciclo de estudos, com 21 ou 22 anos de idade, pretende ingressar no mercado de trabalho.

 

Quais as principais diferenças entre as licenciaturas de Informática e Gestão e Sistemas de Informação?

 

O curso de Informática tem como objetivo formar profissionais capazes de dominar o processo de conceção, desenvolvimento, instalação e manutenção de sistemas de informação, enquanto o curso de Gestão e Sistemas de Informação visa a formação de profissionais em duas áreas de competência interligadas - a Gestão de Organizações e os Sistemas e Tecnologias de Informação.

 

Após os três anos de curso, os estudantes estão aptos a desempenhar que funções?

 

As funções são desempenhadas de acordo com o perfil desenvolvido em cada uma das formações ministradas. No caso de Gestão e Sistemas de Informação, podem exercer funções de consultor de sistemas e tecnologias de informação, analista/consultor de negócio, “Chief Information Officer” e gestor de produto. No caso da Informática, podem desempenhar funções de programador de software, engenheiro de software ou programador de websites e soluções multimédia.

 

O DCT tem um conjunto diverso de empresas parceiras onde os estudantes têm a possibilidade de estagiar. Qual tem sido o “feedback” dos parceiros em relação ao desempenho dos estudantes?

 

Uma das principais características dos nossos cursos é a existência de estágios integrados, desenvolvidos em contexto empresarial. Esta oportunidade oferece duas mais-valias. A primeira é que permite ao estudante, antes de ingressar no mercado de trabalho, ter uma experiência em contexto empresarial, mas de forma controlada, uma vez que o estágio é integrado. A segunda é que oferece ao estudante, em função do seu desempenho, a continuidade na organização, o que ocorre em cerca de 90% dos casos. Desta forma, a passagem da universidade para o mundo empresarial, na maior parte dos casos, é realizada de forma conduzida e supervisionada. O “feedback” dos parceiros de estágio curricular, em relação ao desempenho dos estudantes, é muito positivo, contribuindo para tal a formação dos nossos estudantes, em que também se valoriza as competências comportamentais, nomeadamente a comunicação, o trabalho em equipa, a responsabilidade social e as competências empreendedoras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Este website usa cookies para funcionar melhor e medir a performance (Diretiva da União Europeia 2009/136/EC)