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O trabalho e a “Geração Y”

O trabalho e a “Geração Y”

O docente e investigador Pedro Ferreira apresentou o estudo “No trabalho como na vida: conquista-me e apaixona-me”, que analisou a relação da “Geração Y” (nascidos entre 1980 e 1999) com o trabalho, nomeadamente as suas motivações e perspetivas de carreira, procurando identificar os desafios e transformações decorrentes para as empresas.

Em traços gerais, nesta geração, o número de casamentos desce para metade, quando comparado com a geração X, e casa-se mais tarde. A idade média do primeiro casamento está acima dos 30 anos (a geração X casava-se em média 5 anos mais novos), o número de filhos é menor, sendo a dimensão média da família portuguesa de 2,5 pessoas.

As taxas de educação e de literacia são mais altas e as taxas de abandono escolar mais baixas. Há, porém, menos emprego e as taxas de desemprego são mais altas, em relação às gerações anteriores.

Este estudo revela que a “Geração Y” valoriza o retorno do trabalho (ganhos e benefícios) e a dimensão pessoal (interação e colegas), secundarizando a progressão e a estabilidade. Para esta geração que, em 2025, representará cerca de 50% da força de trabalho em Portugal, uma empresa para ter sucesso tem de começar por dentro, “cuidando dos seus colaboradores para que eles cuidem da empresa”.

Consideram que a integridade e a honestidade são fundamentais para a con?ança. Procuram empresas com boas políticas de incentivos, que permitam a evolução, mas que ofereçam um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Os benefícios preferidos pela “Geração Y” estão alinhados com os valores e características atrativas das empresas: componente ?nanceira, horários ?exíveis e formação/desenvolvimento.

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