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Newsletter DTPC, setembro de 2014

Mensagem de boas-vindas a 2014/2015

 

 

Isabel Freitas 

Diretora do Departamento DTPC

 

 

Aproxima-se um novo ano letivo pleno de desafios e de grandes novidades. Para o novo ano, o Departamento propõe mais internacionalização, mais investigação, mais contactos diversificados e mais projetos onde estudantes e docentes possam participar de forma integrada e ativa. Queremos continuar com o ambiente organizacional que tão bem nos identifica. Um clima de proximidade, motivador, empenhado, muito integrado nas colaborações e trabalho de equipa.

O nosso desfio? Sermos melhores que em 2013-2014.

 

 

Opinião

 

Anahita Malek

Docente do 1º Ciclo em Turismo

Contributo das Universidades no desenvolvimento do território

 

 

As Universidades desempenham desde sempre um papel significativo no desenvolvimento do território no qual estão inseridas. Os seus contributos tangíveis manifestam-se nas atividades económicas, sociais, culturais e ambientais. Embora tradicionalmente a primeira prioridade, de muitas universidades, tenha sido a transferência do conhecimento científico para atividades económicas maiores, hoje em dia esta prioridade mudou e reconhece-se à Universidade um contributo valioso para o bem-estar (não apenas económico), desenvolvimento e progresso da comunidade.

Atualmente a missão das universidades define-se com clareza na necessidade de aumentar o “network” local, na interação com as comunidades locais, com a indústria e com as autoridades através da investigação e ensino que promove. Para o alcançar, as universidades também realizam uma gama inspiradora de atividades paralelas àquelas consideradas tradicionais, e que procedem no sentido de promover e apoiar o desenvolvimento social, cultural e ambiental.

No futuro, espera-se que as universidades sejam capazes de aumentar maciçamente o desenvolvimento de uma livre troca de conhecimento, com menos barreiras entre o meio académico e a indústria que permitam a criação de um maior portfólio de atividades territoriais. Neste contexto, é também crucial que as universidades definam as suas próprias especialidades para colaborar de forma eficiente e efetiva no contexto territorial, em prol duma prosperidade social, ambiental e económica do Território.

 


Os nossos parceiros

O mercado de enoturismo está claramente em crescimento e, na região, sente-se essa agitação...

 

Paula Sousa

Quinta Nova N. S. Carmo

  Quinta Nova Luxury Winrery House | Conceitus Winery Restaurant

 

 

A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, em nove anos de projeto, tem vindo a inovar e a trabalhar novos nichos, em resposta a um mercado em permanente mudança. Este, outrora mais concentrado em determinadas fases do ano, responde hoje de forma rápida às provocações e visita a região mais assiduamente, com elevadas taxas de fidelização. Igualmente a visibilidade do Porto e Norte de Portugal arrasta novos fluxos de visitantes que se vão surpreendendo com o Douro vinhateiro.

Mas não há bela sem senão, e apesar de nos últimos anos se notar um aumento médio da estadia, em particular dos estrangeiros que visitam a região, este é ainda um dos maiores desafios comerciais que a região tem em mãos. E esta questão está intimamente ligada à dinâmica regional e à promoção do destino, que se pretendem bem mais fluídas e presentes.

Atualmente, a Quinta Nova, reforçada com vários prémios internacionais de enoturismo, sente a forte necessidade, e até uma relativa responsabilidade, de estimular um trabalho em rede com os parceiros da região. Diariamente sentimos ser vital que, a par de todo o rigoroso trabalho interno em volta do alojamento, enoturismo e restauração, se criem experiências globalmente marcantes, de plena vivência do vinho e da vinha e da gastronomia regional, integrando todas as ofertas naturais e culturais da região.

E, para já, sugerimos simplesmente uma articulação das várias redes que coexistem atualmente, pois juntas poderão gerar a tal oferta memorável. Mais fácil de dizer do que fazer mas, como em tudo, depende da vontade de cada um!

O Douro terá de caminhar rapidamente para o patamar de excelência e sucesso que lhe está reservado e, quando todos estivermos focados na mesma direção e motivados para fazer com que os clientes se sintam bem especiais, o Douro será um destino real.

 

 

Os nossos cursos

 Short Master em Cultura do Vinho e Enoturismo

 

Agradecemos a todos os parceiros que se envolveram neste “Short Master” que pretende estabelecer uma ponte estreita com o mercado de trabalho e com casos de sucesso do vinho português. A formação conta com profissionais do meio do enoturismo, bem conhecidos de todos que virão à Universidade Portucalense falar na sua experiência, no caminho percorrido para que hoje sejam um sucesso enquanto profissionais. Pretendemos mostrar a importância da experiência da área e o conhecimento de pessoas que traçaram o seu próprio percurso, aplicando, na prática, conhecimentos adquiridos. Neste contexto as visitas são fundamentais. Inclui uma visita ao Douro, uma visita aos bastidores das caves e debates de interesse coletivo.

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Os nossos alunos

 Boas Vindas aos novos alunos Erasmus

 

Fabio Carbone

Coordenador Erasmus

  

 

Os "nossos" Erasmus

 

Antes de mais é necessário definir que os “ERASMUS” podem ser “enviados” ou “acolhidos” por uma Universidade. Importa também referir que, mesmo de forma indireta, nomeadamente para quem nunca chega a participar no projeto, o benefício proporcionado pela presença de alunos estrangeiros nas aulas é, sem dúvida, imenso. Uma universidade de sucesso é, também, a que garante aos seus alunos um meio no qual haja troca cultural constante e a possibilidade de criação de fortes ligações entre jovens de diferentes países. Um pouco como partir para uma viagem de descoberta cada vez que se entra na sala de aula, onde sabemos que iremos encontrar colegas de diferentes nacionalidades!

O nosso departamento (DPTC) já proporciona esta surpresa aos seus alunos. Desde o ano passado que estamos a trabalhar para que em breve a interculturalidade seja uma das características mais marcantes do nosso Departamento. O trabalho realizado em poucos meses já deu os seus frutos, mesmo em termos quantitativos: Há dois anos não existiam alunos estrangeiros acolhidos no curso de turismo da UPT, e no ano passado apenas um aluno chegou a sentar-se entre as carteiras dos colegas portugueses. Este ano já chegaram quatro novos alunos, Oxana, Sergey e Laura, ansiosos para começar esta nova experiências e conhecer os colegas da UPT e a cultura portuguesa!

E no que diz respeito aos “nossos” alunos lá fora? As proporções do crescimento são ainda maiores. Após o árduo trabalho realizado de forma articulada entre o coordenador departamental ERASMUS, o gabinete de relações internacionais e a direção do departamento, criaram-se novas parcerias internacionais. Hoje são sete as universidades estrangeiras que os nossos alunos podem escolher como destino (e o número vai crescer em breve). Também deste ponto de vista o crescimento foi exponencial: há dois anos não houve alunos de Turismo da UPT que aderissem ao projeto ERASMUS; no ano passado houve uma única aluna que “decidiu partir”. Este ano (e estamos apenas no inicio!) os alunos aos quais proporcionamos esta maravilhosa experiência são, no momento cinco. Joana Rodrigues, Catarina Diogo, Filipe Oliveira, Francisco Corte-Real e José Raposo que se encontram neste momento a estudar (e a representar-nos!) no curso de Turismo em Budapeste, na Hungria. Dentro de uns meses voltarão, para, mais uma vez, confirmar que a riquíssima experiencia ERASMUS é obrigatória para cada jovem europeu de sucesso no seculo XXI.

Recordem que o nosso Turismo UPT tem apenas 3 anos! E já somos um grande sucesso!

 

 

Boas-Vindas aos novos alunos

As fotografias falam por si mesmas! Sejam bem-vindos!

 

Os nossos projetos

Clínica de Conservação e Restauro restaura no átrio da Escola Fernão de Magalhães, em Chaves, antigo convento de S. Francisco, provavelmente datado do século XVII. A obra concretizou-se sobre um conjunto de quatro painéis figurativos, dois painéis com decoração geométrica e dois painéis de grandes dimensões no átrio com representação histórica a azul e branco, datados de 1932, assinados por Mário Reis. O local de fabrico dos painéis é desconhecido. No interior das portas que dão acesso ao claustro encontram-se ainda outros dois painéis de figuras avulsas representando vasos de flores a azul e branco, que repetem alguns motivos decorativos dos painéis anteriores. No lado oposto do claustro, encontram-se mais dois silhares com painéis de padrão policromado e com cercadura a toda a volta. 

 

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